sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A essência da adoração

 

Publicado em 20/08/2012 em: http://prailton.wordpress.com/2012/08/20/a-essencia-da-adoracao/

Copiado  na íntegra:pastor ailtom jose alves


Prezados Internautas,

A Paz do Senhor!

Estivemos um pouco ausentes do nosso blog devido as muitas ocupações.

Esperamos que esta meditação seja de benção para sua vida.

Então Jó se levantou, e rasgou o seu manto, e rapou a sua cabeça, e se lançou em terra, e adorou. E disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor.

Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma” (Jó 1.20-22). Estas palavras do servo de Deus, pronunciadas em meio às tragédias que lhe sobrevieram, expressam um sentimento nobre que deve ser peculiar a todo cristão: um amor incondicional ao Senhor, mais relevante que todos os benefícios terrenos que se possa obter.

Jó havia sido acusado por Satanás de mercantilismo espiritual, ou seja, o diabo afirmava que ele adorava a Deus como retribuição pelas riquezas que havia recebido, pela prosperidade material e reputação que gozava como o homem mais rico do Oriente (Jó 1.3). Porém, o Senhor confiava na lealdade e convicções de Jó, respaldando sua fé ao permitir os ataques impiedosos do inimigo. Ao roubar tudo que o servo de Deus possuía, o inimigo esperava uma reação insana e raivosa de sua parte, mas foi surpreendido por uma postura de adoração, de submissão e confiança na vontade soberana do Todo poderoso.

Este comportamento é o padrão divino para nossa conduta cristã, que deve ser guiada pelo louvor e reconhecimento da bondade divina, pela gratidão por seus favores e, acima de tudo, pelo objetivo de adorar ao pai Celestial independente das circunstâncias à nossa volta, sejam elas favoráveis ou não. Nosso relacionamento com Deus é baseado em Seu caráter, Sua essência e no amor que Ele tem derramado em nossos corações, não é fruto de conquistas ou vantagens pessoais.

Que o Senhor nosso Deus possa encontrar em nossas vidas uma genuína atitude de adoração, manifestada por nossos lábios, nossas ações, mas, principalmente, extraída de um coração sincero e amante de Deus (Jo 4.23,24).

Pr. Ailton José Alves

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