quarta-feira, 13 de junho de 2012

Benignidade: a amabilidade como Fruto do Espírito Santo





“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei” (Gl 5.22,23). A disposição de um coração amável, cordial e generoso, é um meio pelo qual o cristão alcança um bom relacionamento com as pessoas que estão à sua volta.
A característica do Fruto do Espírito Santo denominada benignidade, significa a suavidade de caráter, a tranquilidade no espírito e a disposição de tratar com amabilidade o próximo. Ela é resultado da presença do Espírito de Deus em nosso viver, reflexo de um atributo divino (Jr 29.11), que se manifesta na conduta e no caráter dos filhos de Deus (Ef 4.1,2).
A benignidade é o desejo pelo bem, a ausência de más intenções, a busca pelo bem estar de nossos semelhantes. A manifestação deste sentimento nobre no interior de um cristão o impede de desejar o mal a alguém, ainda que este tenha cometido graves erros (I Co 13.4). É um freio diante dos sentimentos de ódio, vingança ou revanche. Não significa fraqueza ou debilidade emocional, porque o caráter benigno de um cristão o faz sentir amor pela correção e princípios estabelecidos na Palavra de Deus. A benignidade também é um caminho para o perdão (Ef 4.32), para a compreensão das necessidades alheias e um estímulo à contribuição na Igreja (At. 2.41-47; 4.32-37).
Devemos sempre ser benignos com nosso próximo, lembrando que somos fruto da benignidade divina: “Quando eu disse: O meu pé vacila; a tua benignidade, SENHOR, me susteve” (Sl 94.18).
Pr. Ailton José Alves
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